Silício Biodisponível na Saúde e na Estética: Por quê?


Para responder umas das perguntas que mais recebo nas redes sociais, primeiramente, revisitei alguns artigos sobre o silício, sua presença na composição e biodisponibilidade em alimentos e suplementos, um capítulo de livro sobre pele, e nanotecnologia para inovação terapêutica.



Jamil et al. (2019) descreveram que a pele é um órgão de grande complexidade estrutural e funcional; por isso, conhecer sua histologia e sua fisiologia é essencial para compreender a fisiopatologia de inúmeras doenças de pele, bem como as diferenças entre os gêneros e etnias. Além disso, os autores concluíram que uma alimentação equilibrada e uma suplementação oral personalizada são fundamentais para estimular o metabolismo das células dérmicas, além de atenuar, suavizar e prevenir os sinais de envelhecimento cutâneo (Jamil et al., 2019).


Durante o processo de envelhecimento há redução significativa na síntese de colágeno pelos fibroblastos e de silício no organismo, mineral considerado fundamental na ativação das enzimas de hidroxilação, crosslinking de colágeno, prolina hidroxilase e ornitina aminotransferase, pois participa na indução de transcrição gênica deste tecido.


O silício (Si) é o segundo elemento mais abundante na terra, ocupando 27,7% da crosta terrestre e é também um elemento encontrado nos alimentos como parte da dieta humana, contudo, com o passar do tempo, a nossa produção de colágeno e elastina diminui, deixando a pele com aquela aparência mais envelhecida.


Ferreira et al. (2018) em ensaio clínico randomizado, avaliaram 51 mulheres entre 40 a 60 anos. Os autores observaram melhora nas rugas faciais, manchas UV e diminuição dos níveis de alumínio no cabelo com a suplementação oral de ácido ortosilícico estabilizado pela maltodextrina e monometilsilanotriol. Para ler na íntegra, acesse aqui.


Na atualidade, com intuito de estimular a produção dessas proteínas, a suplementação oral de silício orgânico SiliciuMax® é considerada uma das estratégias mais prescritas na saúde estética por profissionais habilitados em duas versões: em pó e líquida conforme demonstrado no site e em materiais técnicos exclusivos para profissionais pela Fagron Brasil.


Nota-se, que a suplementação oral propõe ação na síntese do colágeno e da elastina, que são as proteínas essenciais para manter a nossa pele com aquele aspecto saudável, além de estimular o fortalecimento dos cabelos e das unhas.


Medeiros et al. (2020) mencionaram que o silício está presente em alimentos como farelo de trigo, centeio, aveia, arroz integral, arroz branco parboilizado, agrião, feijão-verde, espinafre, beterraba, banana, avelã e Equisetum arvense L, contudo, é um mineral com biodisponibilidade reduzida no organismo humano, pois se transforma em sílica ou silicato no trato gastroduodenal.


Diante disso, torna-se fundamental, incluir na rotina de nossos pacientes uma alimentação equilibrada com alimentos fonte de silício, priorizar um estilo de vida saudável, e quando necessário, prescrever suplementos que possuem nanotecnologia para biodisponibilidade superior, boas práticas e garantia da qualidade durante o processo de fabricação. Além de evidências científicas.


Vale ressaltar, que por meio de nanotecnologia, o SiliciuMax® é uma molécula de ácido ortosilícico estabilizado e hidrossolúvel onde a #inovação está na complexação por meio de um método patenteado que inibe a polimerização do ácido ortosilícico, mantendo a molécula estável e aumentando a sua biodisponibilidade.


Um dado muito importante para o setor magistral, é que o fabricante avaliou o percentual de silício excretado na urina, comparando o SiliciuMax® Pó ao estudo de Sripanyakorn et al. (2009) publicado no British Journal Nutrition, e relataram superioridade na biodisponibilidade.


Já, no SiliciuMax® Líquido o monometilsilanetriol (MMST), uma molécula monomérica de silício orgânico, anfifílica de alta permeabilidade nas membranas biológicas é altamente absorvido. Por isso, a biodisponibilidade oral é superior a todas as demais formas de silício (cerca de 64%), sendo convertido em ácido ortosilícico após a sua absorção.


Como sempre falo por aqui, a suplementação é um assunto muito sério e só deve ser prescrita por profissional de saúde capacitado e habilitado para avaliar criticamente o mercado, analisar os diferentes tipos oferecidos, e escolher a melhor forma de apresentação biodisponível mediante nanotecnologia e método patenteado para compor sua prática clínica baseada em evidências.


Agora, você já sabe que é porque a inovação está na complexação!



Referências

Ferreira AO, Freire ES, Polonini HC, Da Silva PJLC, Brandão MAF, Raposo NRB. Anti-Aging Effects of Monomethylsilanetriol and Maltodextrin-Stabilized Orthosilicic Acid on Nails, Skin and Hair. Cosmetics. 2018;5(41):1-15.

Jamil LC, Oliveira FFG, Suzuki VY, et al. Pele. In: Rossi L, Poltronieri F (Orgs.). Tratado de nutrição e dietoterapia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2019. pp. 603-7.


Material Técnico SiliciuMax® Líquido.

Material Técnico SiliciuMax® Pó.

Medeiros TA, Suzuki VY, Leite JAM, Fernandes PS, Santana VC, Oliveira CR, et al. Silício nos alimentos: uma revisão. Advances in Nutritional Sciences. 2020;1(1):41-48.

Sripanyakorn S, Jugdaohsingh R, Dissayabutr W, Anderson SH, Thompson RP, Powell JJ. The comparative absorption of silicon from different foods and food supplements. Br J Nutr. 2009;102(6):825-34.