Precisamos falar sobre fome emocional

Atualizado: 2 de mar.


Já parou para pensar no papel que a alimentação emprega em nossas vidas? Desde os primórdios da sociedade, sua importância vai além do fator fisiológico. Afinal, o que seria do Natal sem o banquete à meia-noite ou das festas de aniversário sem o tradicional bolo? Comer também está atrelado ao nosso lado social e, muitas vezes, ao nosso comportamento.



Infelizmente, descontar a tristeza e a ansiedade nos alimentos é algo comum para grande parte da população. Essa prática pode ser ainda mais recorrente frente à estação mais fria do ano e o isolamento social.


Você come as próprias emoções?

A minha relação com os alimentos é extremamente boa, entretanto, não sou imune ao estresse e, assim como muitas pessoas, já tentei preencher diversos vazios com guloseimas, pois, querendo ou não, a comida traz esse conforto para o nosso dia a dia.


Entretanto, quando sentimentos incômodos, como a tristeza e a ansiedade, não passam e esse tipo de fome toma conta de você, é necessário ir a fundo e refletir sobre o que está acontecendo, principalmente se você se arrepende depois de comer.


Culpa e alimentação não devem andar juntas. Logo, é importante trabalhar o controle emocional e oferecer os cuidados que a saúde mental está exigindo.


Prática de exercícios

Praticar exercícios pode ser uma alternativa para “aliviar” os sentimentos que estão causando esse vazio e a necessidade de preenchê-lo, uma vez que, durante o esporte, há a liberação da dopamina e a endorfina, também conhecidos como “hormônios da felicidade”.


Suplementação

A suplementação também pode ser um forte aliado para auxiliar no tratamento da fome emocional. No mercado atual, existem diversas inovações que contribuem para a saciedade e para a redução da ansiedade, como o Carob Active™, um ativo 100% natural e exclusivo da Fagron Brasil.


Ele possui ação sacietógena, atuando na redução da vontade de comer e, consequentemente, na alimentação por impulso. Além disso, é extraído das sementes e favas da alfarroba, que contém fibras solúveis, as quais estimulam o funcionamento intestinal e colaboram na redução das medidas.


Contudo, reforço que a inclusão de um novo suplemento à dieta exige o acompanhamento de um profissional qualificado. Então, se você deseja incluir essa, ou outra inovação, na sua rotina, não deixe de consultar um nutricionista.


Exercícios mentais

Praticar exercícios mentais que auxiliam no controle e na disciplina é importante para diferenciar a fome física da emocional e incentivar o autoconhecimento. Afinal, quanto mais você identifica o impulso de comer, mais você compreende os fatores que estão o causando.


Comidas afetivas

Vale lembrar que essa vontade de comer está, muitas vezes, atrelada a comidas específicas e que possuem um valor sentimental para nós. Quando a gente está para baixo, dificilmente vamos assaltar a geladeira para comer uma maçã ou uma salada. Geralmente são alimentos que, por alguma razão, despertam um prazer momentâneo.


Sendo assim, quanto mais você observa que comidas são essas e o que elas representam para você, mais você tem controle sobre elas do que elas sobre você.


O mais importante é descobrir, mesmo que aos poucos, a origem dessa fome e como tratá-la. Converso mais sobre autocuidado no meu Instagram oficial (@vanessaysuzuki).


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Oi,
Eu sou Vanessa

Mulher, palestrante, escritora. Pesquisadora de fitocomplexos e genômica nutricional. Consultora de inovação em saúde. Nutricionista. Pós-graduada em Nutrição Clínica e Estética. Doutoranda e Mestre em Ciências pela Unifesp.

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