O silício nos alimentos

Atualizado: 2 de Set de 2020

O silício é o segundo elemento mais abundante na terra, ocupando 27,7% da crosta terrestre e é também um elemento encontrado nos alimentos como parte da dieta humana, e pode auxiliar na firmeza e elasticidade da pele e no aumento da síntese de colágeno.



No envelhecimento há redução significativa na síntese de colágeno pelos fibroblastos e de silício no organismo, mineral considerado fundamental na ativação das enzimas de hidroxilação, crosslinking de colágeno, prolina hidroxilase e ornitina aminotransferase, pois participa na indução de transcrição gênica deste tecido. Neste contexto, a privação de silício diminui a formação de colágeno do tipo I.


Para avaliar avaliar a presença de silício na composição química dos alimentos, foi realizada uma revisão bibliográfica nos periódicos disponíveis nas principais bases de dados em saúde, Medline, Lilacs, e Scielo, utilizando as palavras-chave, silício, composição dos alimentos, envelhecimento, pele, nos idiomas português, inglês e espanhol, considerando o período de 1991 a 2019.


Estudos demonstraram atividade do silício na neutralização de radicais livres, prevenção de reações de glicação avançada, mimetizador de fatores de crescimento celular e anti-inflamatório. Notou-se, que associado à vitamina C aumenta a síntese do ácido hialurônico, proteoglicanas e reduz o processo de destruição da matriz dérmica pelas metaloproteinases.


No entanto, o silício é um mineral com biodisponibilidade reduzid